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AVC é a 1ª causa de morte no país

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Nos Estados Unidos, 780 mil novos casos de AVC (Acidente Vascular Cerebral) são registrados anualmente, o que dá uma média de um novo caso a cada 40 segundos, segundo dados da Sociedade Americana de Cardiologia. No Brasil, é a primeira causa de mortalidade, de acordo com dados do Ministério da Saúde, à frente de morte por infarto do miocárdio, câncer ou mesmo em acidentes de trânsito.

Os dados são estarrecedores e seguem essa mesma tendência em todo o mundo. “As estatísticas comprovam que o AVC está entre as três principais causas de morte em todo o mundo. Em muitos países, está em primeiro lugar, mas nunca deixa de estar entre as três principais causas de morte”, afirma o médico responsável pelo setor de reabilitação neurológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dr. Flávio Costa.

Fatores de Risco

Ainda que a doença acometa principalmente homens e mulheres a partir dos 60 anos, podem acontecer casos em jovens, adolescentes e até em crianças. “Os principais fatores de risco são o diabetes, a hipertensão arterial, a obesidade, doença cardíaca, o sedentarismo e fatores genéticos. Isso explica o alto índice da doença no Brasil: não há, aqui, uma política oficial de prevenção ao AVC. E na maioria das vezes as pessoas não são informadas ou não têm acesso ao controle destes sintomas.

Um hipertenso, por exemplo, não pode ir ao clínico apenas uma vez ao ano. É preciso controlar muito bem todos esses fatores de risco. O AVC é uma questão de saúde pública urgente”, esclarece o médico do CREB.
Segundo ele, no caso de jovens e crianças, o AVC pode estar associado a doenças inflamatórias (como o Lúpus), distúrbios de coagulação (as chamadas trombofilias), má formações vasculares e ao uso de cocaína, pois esta droga pode aumentar abruptamente a pressão arterial e gerar hemorragia cerebral”.

Além do alto índice de mortalidade, o AVC pode ter conseqüências graves. Segundo as estatísticas, 85% daqueles que sobrevivem adquirem algum grau de incapacidade física que, informa o Dr. Flávio Costa, pode ser perda de força, dificuldade de fala ou a espasticidade (grau de contração anormal de determinados grupamentos musculares). Assim, o tratamento de reabilitação é extremamente importante:

– É preciso se proteger de um novo AVC e buscar a reabilitação para as seqüelas. Para evitar um novo Acidente Vascular Cerebral é preciso controlar de forma estrita os fatores de risco. Um programa de reabilitação também é fundamental, pois poderá devolver qualidade de vida ao paciente. Esse programa é multi-profissional e envolve médicos, fisioterapeutas, terapia ocupacional e fonoaudiólogos, dependendo, naturalmente, da gravidade das sequelas “ afirma ele.

Qualidade Seriamente Comprometida

Uma das mais comuns sequelas do AVC é a espasticidade, que limita a amplitude dos movimentos, podendo causar muita dor e deformidades articulares. “Temos pacientes que chegam ao consultório com dificuldade de trocar de roupa ou mesmo cortar as unhas das mãos. A qualidade de vida deles está seriamente comprometida”, conta. Para esses casos, a aplicação da Toxina Botulínica Tipo A é o que há de mais moderno e traz excelentes resultados.

O tratamento consiste na administração periódica de pequenas injeções nos músculos acometidos pelo AVC, feitas em consultório, por médico especialista, e pode ser repetido até quatro vezes ao ano. “A resposta é excelente. Em duas ou três semanas o paciente e seus familiares já notam a diferença. Imagine para uma pessoa que não consegue escovar os dentes, segurar um copo ou trocar de roupa. Muitas dessas pessoas podem ser beneficiadas com um tratamento simples e ter sua qualidade de vida e a de seus cuidadores muito melhorada”, finaliza o médico do CREB.


Pilates é excelente para reforçar a musculatura e prevenir dores na coluna

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Muita gente acredita que somente pessoas mais velhas sentem dores na coluna e que se um jovem ocasionalmente sente dor na região, é fruto de um esforço a mais ou um mal jeito qualquer. Isso definitivamente não é verdade. “Dor na coluna é uma das a maiores reclamação da maioria das pessoas quando se trata de mudança de estilo de vida. As dores poderão aparecer de forma progressiva ou de uma só vez. Quando isso acontece, acontece, grande parte dos pacientes tomam a pior providência: a auto-medicação. Dor na coluna pode ser o grito de alerta de que alguma coisa não vai bem,  é um sintoma de uma série de problemas e só um médico poderá diagnosticá-la”, afirma Haim Maleh, fisiatra, especialista em coluna, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo o médico do CREB, as dores na coluna são mais comuns em pessoas da segunda e terceira idades e entre aqueles que levam uma vida sedentária, além de pessoas que estão acima do peso ideal. “Uma das  melhores  formas de manter seus músculos saudáveis é a prática de Pilates, que fortalece a musculatura, assegurando um melhor suporte para coluna, maior flexibilidade e uma melhor postura.  Este tipo de exercício pode ser praticado por qualquer pessoa, seja de que idade for, desde que devidamente orientado pelo médico. Cada um faz os exercícios no seu ritmo e irá encontrar os resultados positivos no seu próprio tempo”, afirma o Dr. Haim Maleh.

 – É importante ressaltar que as dores na coluna não desapareceram sozinhas. O que poderá acontecer é que haja um alívio das dores após uma determinada crise. Por isso é fundamental consultar um médico e evitar a auto-medicação. Se as dores não forem tratadas, tendem a voltar. O Pilates é uma ótima forma de prevenção e de melhora destes sintomas – finaliza ele.


Dores na coluna podem ser causadas por estresse

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Dores na coluna podem ser causadas por estresse

Dores na coluna podem ser causadas por estresse, afirma a psicóloga Daniela Maleh, do CREB –  Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia. Segundo ela, o estresse emocional pode ser de qualquer tipo e grau.

Cuidar da saúde psíquica é tão importante como cuidar do físico

– Cada um vive uma determinada situação de um jeito, mas a forma em que se experiência esta situação é o que pode deixar algum tipo de estresse.   Sabemos que muitas vezes uma situação traumática para um, pode ser apenas um evento passageiro para outros.  Porém quando vivemos a briga com o cônjuge, com o filho ou no trabalho como uma experiência difícil, sem conseguir controlar o nosso sentimento, esta briga pode gerar um sofrimento posterior grande.  E este sofrimento poderá aparecer de diversas formas, sendo uma delas as dores no corpo e em especial a dor na coluna – afirma Daniela.

A psicóloga do CREB pontua que podendo o estresse emocional ser um dos causadores das dores na coluna, devemos ficar alerta a forma de como absorvemos, agimos e reagimos a situações no cotidiano.

– A tensão e eventos traumáticos podem deixar uma sequela no corpo, pois muitas vezes a forma de lidar com a dor psíquica é tão difícil que sem querer jogamos estas dores para o corpo, ou seja , somatizamos.  Cuidar da saúde psíquica é tão importante como cuidar do físico.  A terapia ajuda a pessoa a se perceber e entender como funciona, para posteriormente poder chegar aonde pretende. Com esse entendimento,  o CREB procura oferecer qualidade de tratamento com o diagnóstico clínico, a reabilitação física necessária e o apoio emocional. Você pode viver bem, feliz e sem dor – finaliza ela, lembrando que o CREB oferece o serviço de assistência psicológica gratuitamente aos seus pacientes, bastando se informar na recepção sobre os horários disponíveis.



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